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Tatiele Bressa – Corretora de Imóveis
Especialista em Imóveis de Alto Padrão

CRECI 31.650 F e CNAI 22.837
Chapecó – Santa Catarina – Brasil

Pandemia faz famílias buscarem imóveis com mais espaço

Por Darlei Luan Lottermann / MTB 0006407/SC – 23 de março 2021

A pandemia trouxe uma ressignificação do local onde as pessoas moram e vivem. O lar, que antes era só para dormir, com a pandemia, viram o quão necessário é um quintal, uma varanda ou até mesmo uma casa ou apartamento com mais espaço para a família.

O home office veio com força durante a pandemia e, pelo jeito, veio para ficar. Ter um local confortável, agradável e bem iluminado tornou-se algo necessário. De acordo com a corretora de imóveis e proprietária da GoHome, Tatiele Bressa, com mais tempo em casa, as pessoas começaram a analisar esses aspectos do lar e tiveram mais tempo para buscar um novo imóvel.

A família de Sandra Linhares de Farias sentiu a necessidade de um local maior para os filhos durante o isolamento social. Eles tentaram se adaptar ao apartamento, mas com dois filhos e cachorro sentiram na pele que era preciso buscar uma casa com uma área de lazer para a família. “A corretora Tatiele nos apresentou uma casa com um espaço maravilhoso de 2,5 mil metros quadrados de terreno e nos apaixonamos. A pandemia com certeza foi um dos fatores predominantes na nossa decisão”.

Sandra ainda ressalta que a qualidade de vida da família mudou, pois trouxe tranquilidade, segurança e o bem-estar de todos. “Foi muito assertivo fazermos essa mudança, é qualidade de vida para os nossos filhos e para nós mesmos”.

Essa mudança de comportamento pode ser vista em dados. Por incrível que pareça, mesmo com o momento instável, o mercado imobiliário ficou mais aquecido durante a pandemia. Segundo pesquisa realizada pela consultoria BRAIN Inteligência Estratégica, das pessoas que pensavam em comprar um imóvel, 22% efetivaram a compra em junho de 2020, seis pontos percentuais superior a março, e três pontos percentuais maior que Abril, meses iniciais da pandemia.

Tatiele destaca que os financiamentos durante a pandemia para compra do imóvel também cresceram. Com um crescimento de 58% durante a pandemia em 2020, os financiamentos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança atingiram R$ 124 bilhões, superando o recorde histórico de R$ 112,9 bilhões, de 2014, período do boom do setor.

Foram financiados com esses recursos 426,8 mil unidades, uma alta de 43,2% em relação a 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

De acordo com a corretora, isso é reflexo das facilidades no crédito para financiamento imobiliário. Com os sucessivos cortes da Selic, a taxa básica de juros, que chegou ao final de 2020 a 2%, os bancos reduziram os juros para financiar imóveis. As condições favoráveis para compra de imóvel permanecem em 2021, com os juros dos financiamentos acessíveis e atrativos. Além disso, os prazos de pagamento das prestações se alongaram, chegando a 35 anos.

Foto: Arquivo pessoal da Família

O mercado de imóveis em Chapecó durante a pandemia

Mesmo que já há alguns anos trabalhando o atendimento remoto e estarmos preparados aos fluxos on-line, durante os últimos meses planejamos ações conservadoras na retaguarda ao COVID-19, então nos preparamos para uma baixa no fluxo de aquisição de imóveis mas ainda muito confiantes nas oportunidades da crise, onde fomos positivamente surpreendidos com uma constância na busca por negócios em nossa cidade e, até mesmo, alguns pontos de acréscimo em perfis mais resilientes aos impactos decorrentes (+14%).

O que identificamos é que os impactos da crise em nosso mercado foram menos agressivos, dadas as ações econômicas e de emprego que Chapecó vêm adotando nas últimas décadas, tornando nosso município uma ilha mais segura para os negócios domésticos e, também, sua qualidade de vida no cotidiano, pois foi um momento em que as pessoas passaram mais tempo em casa com a família, identificaram novas necessidades para melhor viver e ampliaram sua percepção de valor ao lar como um porto seguro ao mundo externo.

As buscas ao “novo normal” foram incrementadas para os conceitos hug house (casa que abraça), sendo muito valorizados os apartamentos com varanda, escritório para atender demandas de home office e área de lazer privativa, assim como casas, condomínios fechados e lotes com metragens maiores, pois a atual necessidade é por espaço e comodidade, preferencialmente em conceito aberto onde as pessoas possam circular, tomar sol e “respirar”, mesmo que os Clientes abram mão de localizações mais centralizadas. As pessoas passaram a aceitar um maior deslocamento por necessidade de um maior conforto e, também, valorizar a automação residencial, dadas as restrições de circulação impostas pela pandemia.

Outro ponto muito atrativo está na redução da taxa SELIC no menor patamar histórico, refletindo diretamente na concorrência do financiamento bancário, possível negativação de rentabilidade das aplicações de renda fixa e, a circunstância da pandemia, dando elevada exposição do mercado mundial às oscilações de renda variável, onde a segurança do investimento em imóveis continuará sendo um aporte seguro e de ótima liquidez no médio e longo prazo.

Acreditamos que a retomada será menos acentuada em nosso mercado graças ao impacto ser mínimo até aqui, então seguimos confiantes em manter acelerado o processo de negócios, mantendo nosso foco alheio ao declínio econômico que outros locais estão enfrentado, assim mantendo nossa capacidade de produção acima da média dos demais mercados e aproveitando as oportunidades que toda crise gera.

Uma boa herança da COVID, se é que podemos assim classificar, será o valor dado à rotina, ao espaço, ao conforto, à família, à segurança e às atividades cotidianas do nosso lar.

O mundo pós pandemia não será o mesmo, então acreditemos que será até melhor!

por tatielebressa – 4 de janeiro de 2021

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